segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Símbolo Gayzista em cartaz da CNBB

O Grito dos Excluídos é um conjunto de manifestações populares que ocorrem no Brasil, desde 1995, ao longo da Semana da Pátria, que culminam com o Dia da Independência do Brasil, em 7 de setembro. Estas manifestações têm como objetivo dar visibilidade aos excluídos da sociedade, denunciar os mecanismos sociais de exclusão e propor caminhos alternativos para uma sociedade mais inclusiva.

Sua origem remonta à Segunda Semana Social Brasileira, promovida pela Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada entre 1993 e 1994, quando estava à frente da Pastoral Social o bispo Dom Luiz Demétrio Valentini. Embora a iniciativa esteja diretamente ligada à CNBB, desde o início diversos organismos participam do movimento: as igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, movimentos sociais, organizações e entidades envolvidas com a justiça social.

As manifestações são variadas: celebrações, atos públicos, romarias, caminhadas, seminários e debates, teatro, música, dança e feiras de economia solidária. [1]
Repare o leitor no cartaz oficial do evento deste ano, próximo tanto a constituição quanto a bandeira do Brasil, a bandeira do arco-íris símbolo do movimento gayzista. Um movimento de apologia a sodomia, manifestamente anticristão, responsável por promover não só o pecado, mas inúmeros atos de blasfêmia e ultraje ao culto católico durante anos. Além disso, atentem ao uso da forma "Tod@s", em submissão aos cânones da ideologia de gênero, que visa excluir qualquer diferenciação entre os sexos até mesmo no uso da língua. Ao mesmo tempo, desafio a encontrar algum símbolo cristão no cartaz.

Os hereges infiltrados na hierarquia da Igreja estão cada vez mais descarados, não deixe isto passar em branco. Manifeste seu descontentamento ao seu pároco, a seu Bispo, manifeste-se nas redes sociais, nos veículos diocesanos de comunicação, e sobretudo boicote tal evento. 


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