sábado, 30 de setembro de 2017

Brasil Século XXI, onde bispos militam contra o catolicismo


Mais uma vitória do laicato católico:
Em votação apertada, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (27/09) rejeitar uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) que pedia que o ensino religioso nas escolas públicas não promovesse uma determinada fé ou denominação, limitando-se a apresentar as existentes.

Com a decisão, o modelo "confessional", em que os professores podem ser padres ou pastores e influenciar a vida religiosa dos alunos, continuará a ser usado nas escolas, como acontece em várias redes estaduais e municipais. As escolas também continuam livres para optar pelo modelo "não confessional".

Para o especialista Luiz Antônio Cunha, professor emérito da UFRJ, a decisão é, sobretudo, uma vitória da Igreja Católica, que tem mais recursos e estrutura para formar professores e era uma das maiores interessadas na derrota da ADI. [1]
Todavia, enquanto alguns militam heroicamente em defesa da expansão da Fé para a glória de Deus e salvação das almas, há prelados a militar contra a fé; estes teólogos da corte traem a Igreja em nome da revolução, aliam-se aos modernos Herodes e Pilatos, os figurões das ideologias e partidos mundanos:
Ensino Religioso (ER) em escola pública só pode ser ensino da religiosidade, da dimensão religiosa, das atitudes e valores condizentes com a religião.

O problema é a confessionalidade, na escola pública, com recursos públicos e a possibilidade certa de hegemonia da Igreja Católica, agora, e depois das Igrejas Pentecostais.

A tradição do ER no Brasil, com exceção de alguns lugares e dioceses muito reacionárias e conservadoras é o ER não confessional. O desacreditado STF cedeu ao lobby católico. Os melhores pensadores do ER em escola pública no Brasil não aceitam a confessionalidade e isso, por imposição autoritária de alguns, não foi respeitado.

A decisão é um retrocesso e é obscurantista.

Mas... sigamos. Trabalharei muito para praticar o ER não confessional, trabalhando com os professores.

A confessionalidade da religião é objeto da catequese, na comunidade de fé, na família e, com as devidas adaptações, na escola confessional.

Cada um em seu lugar e todos conversando com todos, escola, família, comunidade, sociedade.

O ER, processo de educação da religiosidade, cumpre uma tarefa e a Catequese, processo de educação da fé, cumpre outra tarefa. Ambas dialogam e se entendem muito bem.

Simples assim! [2]
Este texto odioso e mal escrito, com tantos jargões quanto os de um militante comunista de DCE, tragicamente é obra de Dom Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte e e Reitor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-Minas.

Enquanto os fiéis, amparados na tradição da Igreja dão continuidade a luta de homens como Monsenhor de Ségur, luta contra a educação laica, contra Escola sem DeusDom Mol por sua vez, luta pela laicidade contra influência da fé católica na educação.

Brasil século XXI onde bispos militam contra o catolicismo.

Rezemos pela santificação do clero, conversão dos hereges,  pela extinção da degenerada Teologia da Libertação, e continuemos a militar pelo Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Sobre os argumentos levantadas pelo Monsenhor de Ségur contra a educação laica, você encontra um breve resumo neste vídeo do Conde Loppeux de la Villanueva:

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