sexta-feira, 12 de outubro de 2018

A Blasfema e Demoníaca Mitologia Maçônica

Quando se afirma o caráter satânico da maçonaria, não são poucos os que o minimizam, atribuindo a calúnias e exagero retórico por parte de seus adversários. Tolos! O aspecto luciferiano da seita não é mais que a pura descrição do real. Eis, pois, a blasfema mitologia maçônica, uma paródia monstruosa das Sagradas Escrituras, que justificaria perante a consciência de sues adeptos, o culto a Lúcifer:
"Reportemo-nos, diz o venerável, á recepção do Mestre perfeito, aos primeiros dias do mundo, á época em que Adão e Eva estava, ainda no Éden. Ébilis, o Anjo de Luz, não pode ver a beleza da primeira mulher sem cobiça-la. Podia Eva resistir ao amor de um anjo?...Caim nasceu. A sua alma, fagulha do Anjo de Luz, espírito de fogo, elevava-o tão infinitamente acima de, Abel, filho de Adão...Entretanto, foi bom para com Adão, cuja velhice débil e impotente sustentou, bom para com Abel, cujos primeiros passos susteve. Mas Jeovah, cioso do gênio comunicado por Ébilis a Caim, baniu Adão e Eva do Éden, para puní-los a ambos e, após eles, a seus descendentes, da fraqueza de Eva.

Adão e Eva detestavam Caim, causa involuntária dessa sentença iníqua, e a própria mãe voltava toda a afeição para Abel; quanto a Abel, com o coração inflamado por essa injusta preferência, pagava a Caim desprezo por amor. Uma provação mais cruel havia de partir logo o coração do nobre filho de Ébilis. Aclinia, a primeira filha de Adão e Eva, estava unida a Caim por uma profunda e mútua ternura e, apesar dos seus votos e rogos, Aclinia foi dada como esposa a Abel, por vontade de Jeovah-Adonai; este Deus cioso amassara limo para fazer Adão e dera-lhe alma servil; por isso temia a alma livre de Caim.

Este, em extremo irritado pela injustiça de que é vítima mata o irmão, crime que Adonai julgou indigno de perdão.

Contudo, Caim, para resgatar a falta cometida num movimento de legítima coléra, punha a serviço dos filhos do barro a alma superior e o gênio que tinha de seu pai Ébilis, o Anjo de Luz. Ensinava-os a cultivar a terra. Henoch, seu filho, iniciava-os na vida social. Mathusael ensinava-lhes a escrita. Lamech dava-lhes o exemplo da poligamia. Tubalcaim, seu filho, inventava a arte de forjar os metais, aperfeiçoava as suas descobertas e propagava-as para o bem dos humanos. Nohema, que seu irmão Tubalcaim desposou perante a Natureza, ensinava-lhes a arte de fiar e fazer tela para vestir.

Hiram, ou Adoniram, a escolher, descende em linha reta de Caim, por esses ilustres personagens, e os Franco-maçons se gloriam de contar no número de seus ascendentes o construtor do templo de Salomão. "

O que se acaba de ler não é uma lenda inventada ao bel prazer. É uma narração, apenas desmarcada, fornecida pelo Talmuld as lojas maçônicas. (...)

A espécie humana, segundo o Talmuld e as doutrinas pouco conhecidas da Maçonaria, compõe-se de duas raças distintas. Uma, grosseira, malvada e de inteligência obtusa, descende de Adão e Eva. Jehovah-Adonai, o princípio mau, é o seu Deus. A outra saída do anjo Ébilis, ou Lúcifer, de Eva, é boa, dotada de faculdades brilhantes, e adora o chefe da milícia infernal, o Ormuz, ou princípio dos Caldeus.

QUANDO, PORTANTO OS FRANCO-MAÇONS NOS FALAM DO GRANDE ARQUITETO, NÃO DO DEUS DOS CRISTÃOS QUE SE TRATA, MAS SIM DO GRANDE REVOLTADO QUE O ARCANJO MIGUEL PRINCIPITOU NO ABISMO.

Maçonaria Seita Judaica - L. Bertrand; pág 56-57.

Fiquemos, pois vigilantes e alertas, e não nos enganemos frente a periculosidade de tão perversa seita. E, conforme nos manda a Igreja, rezemos pela conversão de nossos inimigos:
Senhor Jesus Cristo, que manifestais a Vossa onipotência principalmente pela piedade e misericórdia, e que dissestes: 'Orai pelos que vos perseguem e caluniam', imploramos a bondade do Vosso Sacratíssimo Coração pelas almas que, criadas segundo a imagem de Deus, mas miseravelmente enganadas pela sedução ardilosa dos maçons, andam cada vez mais pelas veredas da perdição. Não permitais, pois, que a Igreja, Vossa Esposa, continue a ser oprimida por eles, mas deixai-Vos antes aplacar pelas súplicas da Santíssima Virgem Maria, Vossa Mãe, e pelas orações dos justos. Lembrai-Vos da Vossa infinita misericórdia, esquecei a malícia deles, e fazei que também eles voltem a Vós, que consolem a Igreja pela mais perfeita penitência, que reparem os seus delitos e alcancem a bem-aventurança eterna. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

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