segunda-feira, 22 de abril de 2019

Docilidade a Verdade


Oitava da Páscoa - Segunda-feira
Primeira Leitura (At 2,14.22-32)
Responsório (Sl 15)
Evangelho (Mt 28,8-15)

1. A Ressurreição de Cristo transforma o cristão no soldado perfeito. A morte já não mata mais, Nosso Senhor está conosco e, reserva o paraíso a seus amigos. Não há motivo para o temor, não há desculpa para a covardia. 
Levantai-vos Soldados de Cristo!

2. Cristo Ressuscitou e, ante um sinal tão claro da ação de Deus, que fazem os judeus? Recorrem a mentiras: falam de um cadáver roubado pelos discípulos. Povo de cabeça dura, endemoniados presos em sua teimosia, distorcem a própria realidade afim de encaixá-la em seus esquemas mentais e não atrapalhar sua pose. Ainda hoje é assim, tantos milagres, tantas evidências da ação de Deus sobre a história e, muitos persistem em negar recorrendo as mais amalucadas sandices. Mas, falemos sobre a mentira em si; em toda a mentira há certo orgulho demoníaco. O orgulho daquele que não é dócil a verdade, antes procura moldá-la, ao invés de acolher os dados do real, procura construí-los a luz dos devaneios de sua própria mente. Há um ódio a realidade, e certo desejo gnóstico de como um "deus" moldá-la, construí-la, modificá-la, por meio da palavra; não atoa o diabo é chamado o pai da mentira. Nesta a oitava de Páscoa peçamos a Deus que a luz de seu Cristo ilumine a trevas de Nossa existência e nos dê a graça da docilidade a verdade.

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