sábado, 27 de abril de 2019

O Jardim Terrestre e o Cósmico Ultramar

A perspectiva espacial ainda hoje instiga minha imaginação. Um universo tão vasto, mundos diversos, planetas variados e misteriosos a serem explorados. A ideia de uma colonização espacial nos tira da monotonia de um mundo estável o qual aparentemente não há mais mistérios por se desvendar. Todavia, na contramão da ficção, a ideia de discos voadores e homenzinhos verdes me parece muito pouco provável.

Sabemos que é a alma imortal, o sopro divino, que nos difere das bestas e nos permite as operações do intelecto. Nossa alma não surgiu ao acaso e sim nos foi infundida por uma livre escolha do Criador. Porque tal escolha deveria se repetir em mundos infinitos?

Afirmo, pois, minha convicção de que enquanto seres racionais, constituídos de um corpo material e uma alma espiritual estamos sozinhos no universo.

E quanto aos relatos de discos voadores e aparições alienígenas? Demônios, alucinações e homens disformes vítimas de perversos experimentos biológicos orquestrados pelo governo (hoje norte-americano, outrora também o soviético).

Quanto a bestas, vegetais, bactérias espaciais e coisas do gênero, creio que sua existência não contradiz o relato do Gênesis.

Pode existir alguma esperança de que a humanidade dure o suficiente para explorar e colonizar alguns daqueles “onde” longínquos. Igualmente, podemos não durar tanto. Deus criou o universo, mas colocou o homem em um jardim… Talvez toda a nossa história se restrinja a este pequeno planeta azul, e o conhecimento do cósmico ultramar fique para depois do fim dos tempos. De todo o modo, deixemos o futuro aos homens de amanhã, nós já temos nossos próprios problemas.

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