quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

A religião romântica e o abandono do temor


5ª Semana Comum | Nossa Senhora de Lourdes | Quinta-feira
Primeira Leitura (Gn 2,18-25)
Salmo Responsorial (Sl 127)
Evangelho (Mc 7,24-30)

1. A mulher foi criada como adjutório do homem. A família existe para geração e educação dos filhos, bem como para o auxílio mútuo. O casal, pois. se torna uma só carne... Eis óbvio, mas tantas pessoas tem uma visão tão errada da família. Há quem transforme o auxílio mútuo num culto, quem por suas ações colocam o sentido da família num culto a mulher, que se torna um ídolo vaidoso, a espera de sacrifícios e oferendas. E quantos idiotas não se prestam ao papel de ''fiéis devotos''. E nesse culto ao feminino, sacrificam-se os filhos e até mesmo a indissolubilidade do matrimônio, pois quando o devoto falha em seus deveres, é tempo da moça trocá-lo por alguém mais adequado. Tudo feito em nome do ''amor''. Que o leitor  não seja. pois, um dos tolos adeptos da religião romântica que distorce o real sentido da instituição familiar. 

2. <Bemaventurados todos aquelles, que temem o Senhor, e que andão pelos seus caminhos. (Sl 127,1)> - diz salmista. A CNBB trocou a letra e maculou o espírito. Canta-se hoje na missa: ''Felizes todos os que respeitam o Senhor''. Trocou-se o temor ante a majestade divina por um respeito vago. Mas, sem esse temor até mesmo o respeito se dilui... É pela falta de temor que o clero protagoniza atos tão escandalosos, como a atual campanha da iniquidade ecumênica. É pela ausência de temor que também este se torna tão estúpido, sendo tão facilmente manipulado pelos revolucionários marcusianos, pois o temor do Senhor é o princípio de toda a sabedoria.

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